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Suíça, o seu passeio está reservado.

Sempre viajei duma forma diferenciada, fugindo do “modelo pronto”.

O que pretendo numa viagem à Suíça, é que vá ao encontro das minhas preferências pessoais!

Vocês conseguem corresponder aos meu desejos?

nr: – o seu passeio está reservado.

Castelo de Chillon nas margens do Lago Léman

Recebemos algumas vezes questões como esta!

Estamos focados na interação humana.

Para desenhar um roteiro precisamos conhecer o cliente, para personalizar a experiência, sermos relevantes e melhorar o serviço.

Paisagem a partir da borda do Lago Léman

Baseado numa relação personalizada, seja qual for o canal que nos contacta será sempre o mesmo elemento que responde com todo o carinho, desde o início até ao final do passeio.

Teresa, será a colaboradora em todo o processo e acompanhará in loco, cada detalhe com agilidade para o garante de umas férias felizes.

Com o apoio do Fernando conseguimos assegurar toda a gestão operacional In/Out, nos Aeroportos e Hotéis com as vossas bagagens.

Para você e todos os acompanhantes, disponibilizamos o nosso apoio 24/24h durante a vossa estadia na Suiça em português.

Montreux está sempre florida em qualquer estação do ano.

Esta é a nossa visão:

Sabemos a diferença entre viagens caras e viagens verdadeiramente luxuosas.

A nossa proposta, é levar a descobrirem lugares secretos da Suíça com passeio privados em português, para aqueles que preferem a exclusividade e segurança.

Quando você viaja para o exterior, começa a sentir o quão grande é o mundo e que você ainda tem muitas culturas e histórias diferentes para conhecer, pessoas e tradições, ambientes e paisagens, há muito por aí.

A sensação de descoberta está em outro nível e é muito gratificante; esse tipo de viagem ajuda você a crescer mais como pessoa e a abrir sua mente porque você está fora da sua zona de conforto.

Você pode aprender ou melhorar outro idioma, e conhecer pessoas e fazer amigos fora do seu país é uma coisa maravilhosa, que faz você se conectar com o mundo de uma forma bem diferente e faz com que o mundo pareça um pouco menor.

Esta é a nossa responsabilidade assumida, desde a primeira hora como Empreendedores, e reconhecida pelos nossos clientes, hoje, a grande maioria são amigos!

Em breve venha conhecer a Suíça com Excelência & Glamour.⁣

Esteja seguro, fique protegido, viaje com sabedoria. Até lá permaneça em segurança!

Compromisso PrestigeTours Clean and Safe

Com amizade,

Teresa & Fernando

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From

Suiça my Love

Há cento e cinquenta anos a Suíça não era um país próspero.

Praça de Lumiar.
Evento social no início do século XX.

Muitos começaram a emigrar para encontrar terras, riqueza e liberdade religiosa. Alguns emigrantes fundaram assentamentos e deram-lhe nomes lembrando suas terras. Por isso encontramos hoje uma Berna, uma Zurique ou uma Friburgo em outras partes do mundo.

A migração é uma questão atual. Muitas pessoas procuram uma vida melhor na Europa, também na Suíça. No entanto, a emigração no século 19 foi principalmente na direção oposta: da Suíça, que era predominantemente agrícola, para outros continentes.

NOVA FRIBURGO – RJ – MONUMENTO GETÚLIO VARGAS

Algumas autoridades cantonais apoiaram a mudança, sobretudo porque lhes permitiu livrarem-se de residentes indesejáveis e empobrecidos. Em outros cantões a emigração era proibida. Agências ou anunciantes individuais atraíram o público com falsas promessas. Frequentemente eles próprios lucraram, e os emigrantes mergulharam na miséria.

Mas os colonos eram também muitas vezes um “brinquedo” da política. Alguns governos contaram com a ajuda da colonização dos europeus para expulsar povos nativos, quer fossem eles índios norte-americanos, indígenas mexicanos e sul-americanos ou tártaros.

A exuberância que chocou os suíços
NOVA FRIBURGO – RUA ALBERTO BRAUKE – POSTADO EM 1959

A história da imigração europeia organizada para o Brasil está diretamente relacionada à instalação da Corte portuguesa no país e à questão dos escravos.

A primeira experiência levada a cabo pela Coroa portuguesa no Brasil foi a criação da colônia de Nova Friburgo, em 1819, nas cercanias da capital, e que recebeu cerca de um milhar de colonos suíços católicos.

A colônia de Nova Friburgo teve papel bem definido na política joanina: ao mesmo tempo que promovia o povoamento, minimizava a insegurança gerada pelo grande contingente de negros no Rio de Janeiro, pois aumentava a presença quantitativa do elemento branco nas imediações da Corte. Essa foi uma colônia pautada na pequena propriedade, podendo assim aumentar a produção de variedades de gêneros alimentícios para a capital. O papel do imigrante europeu seria, assim, o de promover e dilatar a civilização do vasto reino e o crescimento de habitantes preparados a diversos gêneros de trabalhos.

É nessa perspectiva que deve ser entendida a escolha do local de fixação da colônia nas cercanias da Corte e em uma região não destinada à agroindústria cafeeira. As cláusulas do contrato previam a criação de uma cidade que contaria, desde a partida da Suíça, com a maior diversidade de profissionais considerados essenciais (carpinteiros, ferreiros etc.), e que, além de exercerem suas profissões, deveriam ensiná-las aos portugueses, buscando assim uma integração da colônia com a vida no Brasil.

Essa cláusula do contrato de imigração permite que se observe claramente a tentativa de se criar uma cidade em que as necessidades básicas fossem plenamente atendidas, criando-se uma estrutura que tenderia a aglutinar, e não a expulsar seus habitantes. Dessa forma, Nova Friburgo responderia ao projeto político da Corte: fixação do homem europeu nos arredores da capital, aumento da quantidade e da diversidade de víveres destinados ao Rio de Janeiro e incentivo à civilização dos trópicos.

No artigo “De Nova Friburgo a Fribourg através das letras: a colonização suíça vista pelos próprios imigrantes”, esse projeto civilizatório é analisado por uma descendente de uma das famílias suíças que vieram para o Brasil através das percepções dos colonos suíços sobre a vida nos trópicos enviadas por cartas a seus familiares e amigos que ficaram na Suíça. Por ocasião dos 200 anos da formação de Nova Friburgo, a historiadora Gisele Sanglard falou um pouco dessa história para swissinfo.ch.

NOVA FRIBURGO
Nova Friburgo é mesmo a primeira colônia de suíços no Brasil?

Gisele Sanglard: Sim, Nova Friburgo é a primeira colônia Suíça no Brasil e eu diria mesmo que é a primeira colônia que teve como objetivo a fixação do homem na terra.

Real Fábrica de Ferro São João do Ipanema, ou Fundição Ipanema, foi uma siderúrgica que operou entre 1810 e 1926 na região de Sorocaba, no atual município de Iperó, interior do estado de São Paulo, no Brasil.

Fábrica de Ferro de São João de Ipanema em Sorocaba, província de São Paulo, 1884.

Dos altos-fornos da fundição saíram muitos dos artigos necessários ao Brasil do século XIX, de panelas de ferro a maquinário para engenhos de açúcar e café, escadas, luminárias, etc., com artigos premiados em feiras nacionais e internacionais, à época.

Considerada o berço da siderurgia nacional, a Real Fábrica de Ferro de Ipanema conserva até hoje quase 20% de seu conjunto original.

Real Fábrica de Ferro São João do Ipanema
O que estava por trás dessa enorme mobilização que foi a vinda desses imigrantes?

G.S.: A mobilização por trás disso é o medo que a coroa portuguesa passou a ter de uma revolta de negros como teve no Haiti, por exemplo, que culminou com a independência do país. Quando a coroa portuguesa chega em 1808 no Rio de Janeiro, deixando para trás a Europa devastada pelas guerras napoleônicas, o contingente populacional de brancos era infinitamente menor do que de negros na cidade do Rio de Janeiro, nova sede do império português. Então havia uma urgência em diminuir a desproporção entre brancos e negros e trazer um pouco de civilização para esse país, que tinha até então muito pouco acesso à informação. Então os suíços teriam esse papel de educar civilizacionalmente os brasileiros que moravam aqui.

Quem financiou esse projeto?
Nova Friburgo a “Suíça Brasileira”. Única criada por decreto real de Dom João VI,

G.S.: Esse foi um projeto da coroa portuguesa, transmigrada e interiorizada na colônia Brasil. O Brasil se torna primeiro um porto livre e depois um império, o Reino Unido de Portugal e Algarves, e é esse grupo que permite que você tenha uma colônia de Nova Friburgo. Então, é a coroa portuguesa, são os interesses da coroa portuguesa, a gente pode chamar de um projeto da coroa portuguesa. Existiam pelo menos três projetos distintos: o da coroa portuguesa, o dos governos dos cantões suíços e o dos próprios imigrantes, que individualmente tinham seus interesses e seus projetos na hora que decidem participar dessa empresa migratória.

O que os Suíços encontraram quando chegaram a Nova Friburgo?

G.S.: Bom, um choque cultural enorme. A natureza exuberante da Mata Atlântica foi sem dúvida nenhuma um ponto de choque para esses homens. Era completamente diferente da geografia, da topografia, da vegetação, e era uma terra selvagem. Selvagem no sentido de pouco cultivada, a presença de índios, a presença de animais silvestres, enfim eles vão ocupar. Eles vão ocupar não só no sentido de moradia, mas abrindo campos de pastagem, fazendo a roça, desenvolvendo a agricultura. Nesse sentido, eles são desbravadores. Era uma terra ainda muito inculta, uma terra muito selvagem no sentido de pouco contato com o homem branco.

Nova Friburgo
Os colonos que vieram para o Brasil mantinham contato com a Suíça?

G.S.: Essa empresa migratória mobilizou muito a imprensa suíça a partir de 1818. Logo que assinado o contrato que faz agora 200 anos, a imprensa suíça abraçou essa ideia da fundação da colônia de Nova Friburgo. Nos jornais de então, você vê uma série de reportagens divulgando essa empresa migratória que a coroa portuguesa estava montando em conjunto com o cantão de Friburgo.

Houve uma série de informações, e a partir do momento que os imigrantes chegaram ao Brasil, essa mesma imprensa – que naquele momento fez questão de chamar a atenção, de divulgar, de incentivar de alguma forma a vinda desses migrantes – se sentiu na obrigação de prestar contas a seus irmãos suíços do que tinha acontecido.

A troca de correspondência entre os que vieram para ficar aqui e aqueles que ficaram por lá foi intensa e a gente pode perceber isso, por exemplo, no Journal du Jura, que era um jornal bilíngue que circulava na época, metade escrito em francês, metade em alemão gótico, caligrafia típica do século XIX. Ele publicou várias vezes trechos de cartas desses imigrantes que vieram para cá e que davam as suas impressões do que encontraram aqui, do que que eles viram, do que que eles perceberam, de como eram suas angústias, o que eles buscavam aqui e o que eles precisavam fazer para viver. Essas cartas publicadas pelo Journal du Jura revelam o choque cultural sofrido por esses imigrantes.

Do que essas cartas falavam.
Teleférico Friburgo – RJ

G.S.: Essas cartas falavam do sentimento desses homens – eram principalmente homens que escreviam – falavam, por exemplo, do choque ao ver um macaco, uma cobra, uma Jaguatirica e sobretudo o índio. Ver o elemento índio, com hábitos culturais completamente diferentes, chocou bastante esses suíços. Eles falam também da moradia, de como que eram as casas que a Coroa havia construído para abriga-los.

Mas ainda antes de irem para Nova Friburgo, os colonos falam das impressões de verem os escravos. Como eles foram chegando em levas distintas, eles tiveram alguma oportunidade de circular pela cidade do Rio de Janeiro. Eles tinham que sobreviver na cidade enquanto não se instalavam de fato na colônia, o que só aconteceria depois da chegada dos últimos imigrantes.

Ver o mercado de escravos, os negros sendo escravizados, foi para eles um choque. Assistir esse encontro com o outro foi muito importante para a gente perceber como eles viam e como era a expectativa deles. Nessas cartas não há nenhuma percepção de fracasso, nem de algum sentimento de coisa ruim. Muito antes pelo contrário, eles mostram sempre uma ideia de sucesso, que o sucesso de fato vai acontecer. A esperança na realização desse sonho de riqueza, que nessa terra prometida ainda vai acontecer.

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Um cruzeiro no rio Tejo em veleiro

A zona marítima de Lisboa proporcionam experiências maravilhosas. Uma visita a vários locais deslumbrantes, num cruzeiro em veleiro no rio Tejo.

Um dos maiores rios da Europa.

A possibilidade de ver Lisboa numa perspetiva única e visitar a margem sul do rio.

Passeio Lisboa + Pôr do Sol em Veleiro

Formamos um simpático casal, Teresa e Fernando. Somos diligentes na preparação do que fazer em Portugal, desenhando programas que proporcionam momentos de pura evasão, otimizados e, ao vosso ritmo, sempre em segurança.

Entre outras atividades, fazemos uma aposta na organização de passeios privados a bordo de veleiros, de acordo com a sua disponibilidade!

Uma parceria com skipers experientes que proporcionarão as mais variadas rotas em segurança.

Poderá sempre juntar à experiência inesquecível de velejar, um belo momento de pura magia nesta bela cidade, fazendo um city tour em Lisboa

Passeio Lisboa + Pôr do Sol em Veleiro

Temos inúmeras possibilidades de pequenos cruzeiros privados de barco à vela:

As margens do Rio Tejo

Zonas costeiras

Lisboa histórica

Observação do rio e do céu à noite

Pode decidir a sua companhia no barco.

Passeios de barco : 

Escolha o programa que melhor se adequa.

Passeio de 2 horas

Um passeio de escape, na zona ribeirinha do Rio Tejo. Ideal para apreciar uma bebida e conhecer as zonas encantadoras das margens norte e sul do Tejo.

O final de tarde é mágico, as cores do céu são únicas durante o pôr-do-sol em veleiro.

Passeio Lisboa + Pôr do Sol em Veleiro

Passeio de 4 horas

Um passeio que pode incluir uma refeição e permite uma experiência de navegação alargada, pois poderá participar nas manobras do barco e aprender os princípios de navegar à vela.

Passeio de 1 dia

Sinta a natureza de forma diferente.

O passeio de um dia permite explorar zonas únicas. Inclui as refeições a bordo.

O embarque tanto pode ser feito em Lisboa ou Cascais. Como exemplo: depois de um maravilhoso dia de visitas a Sintra + Palácio da Pena, Cascais e Estoril, três destinos verdadeiramente imperdíveis perto da capital.

Dispomos de vários roteiros:

  1. Ilha do Rato no Montijo
  2. Seixal
  3. Costa de Cascais e Guincho

Passeio de fim-de-semana

Para quem deseja uma experiência de viver a bordo de um veleiro, percecionar a tranquilidade da navegação à vela, dormir com o som e o embalo das ondas.

Sugerimos os seguintes roteiros:

  1. Troia
  2. Sesimbra

Privacidade:

Pode decidir a sua companhia no barco.

Liberdade de horários:

Pode marcar o horário que lhe convém.

O que nos distingue:

Pode visitar locais que não estão nos roteiros turísticos.

Pode fundear o barco e experimentar mergulhar.

Pode encomendar comida específica.

Descubra a costa Lisboeta.

Lisboa encontra-se na margem do oceano atlântico e do rio Tejo.

Ofereça a si próprio ou a alguém um presente diferente.

Pesquise o que fazer em Portugal na companhia da Teresa & Fernando

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História do Museu de Arte e História em Genebra

O edifício foi construído entre 1904 e 1910 por Marc Camoletti, em grande parte graças ao legado de Charles Galland para a cidade.

De facto, o projeto de construção de um museu estava em gestação desde 1870 e levado a cabo pela “Empresa Auxiliar do Museu”, que pretendia expor as coleções da cidade, despertar o desejo de conhecer, incentivar a criação, desenvolver o gosto, despertar o sentimento nacional e regional, evocando o passado.

photo_by_Musée d’art et d’histoire de Genève

Esses objetivos aparecem na fachada principal que se assemelha a de museus como o Grand e o Petit Palais em Paris.

É caracterizada por numerosas colunas e pilastras; as esculturas no frontão são da autoria de Paul Amlehn e representam a Fama ao tocar uma trombeta, dominando personificações da pintura, escultura, desenho e arquitetura.

photo_by_Mike Sommer

As esculturas de canto são do mesmo escultor e mostram crianças levantando o véu de uma estátua antiga e crianças fazendo um vaso.

O edifício é quadrado e rodeia um pátio interior.

Foto_ by_Didier Bonvin

Agora está a ficar pequeno de mais e, a sua expansão é confiada a Jean Nouvel.

Uma proposta para os amorosos de arte quando visitar Genebra.

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Uma aparência principesca em Lisboa.

Uma escapadela ao Príncipe Real fazendo um City Tour em Lisboa é obrigatória para descobrir um bairro que no outono-inverno se veste como uma luva, com uma aparência principesca.

Mas sabem porque se chama assim?

Príncipe Real de Portugal era o título atribuído aos Herdeiros da Coroa. A rainha D. Maria II, mandou criá-lo em honra do seu filho, futuro D. Pedro V.

Jardim do Príncipe Real

Embora seja verdade que no verão e na primavera o bairro do Príncipe Real é mais atraente, é no outono-inverno quando as temperaturas baixam e as folhas cobrem as calçadas que a magia realmente acontece.

Situado no topo de uma das oito colinas de Lisboa, a poucos passos do movimentado Bairro Alto, o Príncipe Real é local de muitas misturas e contrastes interessantes. Há uma série de galerias de arte, lojas de antiguidades, boutiques de estilistas e restaurantes da moda; ou seja, é um pouco o ponto de encontro daqueles que vivem num estilo de vida urbano, jovem e moderno de todas as nacionalidades.

Embaixada

Cuidado com os clichês, as bairristas desde a primeira hora ainda moram por lá e não é raro vê-las numa pastelaria na hora do chá, ou jogando cartas no parque. Do miradouro de São Pedro de Alcântara respira-se um ar sul-americano provocado pela arquitetura dos edifícios da Rua da Escola Politécnica, todos muito baixos, coloridos e salpicados de fios elétricos. Um pouco mais adiante, em direção ao jardim, o ambiente é quase londrino, fresco e chique.

É impossível ficar entediado aqui. Por algumas horas, um dia ou uma tarde, atividades não faltam. O ponto focal é um jardim de estilo romântico inaugurado em 1853, o “Jardim do Príncipe Real”. É um espaço relativamente pequeno no meio do qual ostenta um espetacular cedro com mais de 150 anos e mais de 20 metros de diâmetro que proporciona a frescura necessária nos dias quentes de verão.

Sob os pés dos transeuntes que passeiam entre as árvores, existe um túnel de pedra. Construído entre 1860 e 1864, no centro da praça jardim encontra-se um lago circular rodeado por roseiras sob o qual se aloja o Reservatório da Patriarcal, parte do Museu da Água.

O reservatório alimentava o Miradouro de São Pedro de Alcântara, e nele se têm realizado diversas atividades culturais e visitas, além de shows, peças de teatro e outros eventos culturais.

Jardim do Príncipe Real_Lisboa

Por falar em fomentos, todos os sábados às portas do parque, dois mercados se justapõem: um de artesanato e outro de produtos orgânicos. Em qualquer caso, tudo é de produção local.

Jardim do Príncipe Real_Embaixada

Do outro lado da rua, dois dos marcos imperdíveis da cidade compartilham a mesma calçada. O primeiro, a Embaixada, é um magnífico palácio neo-árabe em que todas as divisões são habitadas por uma loja de marca portuguesa como a Castelbel, Organii, Latitid ou Boa Safra. Mesmo que os preços subam rapidamente, uma visita de cortesia é essencial para contemplar a beleza do lugar.

Embaixada

Por fim, para um pouco de cultura, o Museu Nacional de História Natural e da Ciência e seu Jardim Bôtanico nos transportam direto para outra época.

Museu Nacional de História Natural e da Ciência

Esta organização, pertencente à Universidade de Lisboa, tem como missão promover a curiosidade pública e a compreensão da natureza e da ciência. Além das coleções, são oferecidas exposições, conferências e outras atividades científicas ou educacionais em torno da pesquisa universitária.

Museu Nacional de História Natural e da Ciência

O museu inclui seções de história, cultura da ciência, zoologia, antropologia, mineralogia e paleontologia. As instalações atuais datam do século 17 e foram ocupadas pela primeira vez pela Companhia de Jesus até sua abolição, depois pelo Real Museu de História Natural e Jardim Botânico em 1837, que viria a se tornar a Faculdade de Ciências em 1911.

Jardim Botânico

Quanto ao Jardim Botânico, foi inaugurado em 1848 e tem sido o ponto de encontro ideal para os amorosos. Neste espaço totalmente romântico, você pode admirar espécimes de plantas raras e encontrar os melhores cenários para alimentar as suas redes sociais.

Jardim Botânico

A última palavra irá evidentemente esclarecer um dos pontos essenciais de uma escapada, a saber, onde comer após as visitas. O Príncipe Real está repleto de restaurantes, cafés, bares e quiosques muito bons, dos mais típicos aos mais originais. Há um que chama especialmente a atenção dos apreciadores de comida: o Zazah.

ZAZHA Good Stuff

Numa pequena rua descendente paralela à principal artéria do quarteirão, a Rua da Escola Politécnica, chega-se a este templo da boa gastronomia onde se avista ao longe a ponte 25 de Abril e também o Cristo Rei.

ZAZHA Good Stuff

O chefe Moisés Franco nada mais é, do que um ex-assistente do grande José Avillés. A sua culinária gira em torno de pratos tradicionais totalmente revisitados na proporção, no estilo e com seu toque de “origem carioca”.

Os ingredientes que compõem os pratos são naturalmente locais e orgânicos, perfeitos para compartilhar. Assim, os clientes têm a oportunidade de vislumbrar diversas especialidades para aproveitar ao máximo os sabores que lhe são oferecidos.

ZAZHA Good Stuff

Os já clássicos da casa são o puré de batata com trufas, os cogumelos fritos na frigideira, o polvo com chouriço e os “croquetes” acompanhados de um aïoli aos coentros.

Tudo num ambiente descontraído, com uma carta de vinhos bem fornida e coquetéis que o maître d’hôtel recomenda de acordo com as opções culinárias escolhidas.

Algumas sugestões para que saiba o que fazer em Portugal

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Ideias de turismo na Suíça

Sabemos da importância que o turismo representa na economia helvética e, no mundo. Mas também acreditamos quando se viaja, a transformação benéfica produzida em cada ser humano. Por isso queremos apresentar algumas ideias que contribuam ao seu bem-estar, e segurança dos seus entes queridos, quando viajar para a Suíça.

Este é o momento de viajar para fora do Brasil, pois a Suíça já abriu as entradas a brasileiros ‘100% vacinados’. 

Para a comprovação de vacinados brasileiros, basta apresentar o comprovante de vacinação juntamente com passaporte. Necessário conter as informações: nome, data de nascimento, data da vacina, nome da vacina administrada e nome e endereço do local de vacinação.
– Para retornar ao Brasil é necessário sempre apresentar o teste PCR negativo.

As vacinas aceites atualmente são aquelas aprovadas pela Organização Mundial da Saúde: BioNTech, Moderna, Pfizer, Janssen, AstraZeneca, Sinovac, Sinopharm.

Assim veja como será agradável planejar uma viagem à Suíça ou descobrir algo lendo os nossos relatos e savoir-faire. Continue conosco!

Quando pesquisa por experiências personalizadas na Suíça, alojamentos que garantam a sua proteção, visitas ás atrações turísticas, ir a restaurantes, fazer compras durante a sua viagem de lazer, temos para si algumas dicas, assim como pode ter um Team inteiramente dedicado 24/24 – 7/7, para seu conforto e, para aqueles que privam consigo.

Não consideramos as viagens acompanhadas um negócio. Sentimos uma grande honra e privilégio poder compartilhar o que há de tão maravilhoso na Suíça com os nossos convidados. 

Por ser algo tão pessoal para nós, tratamos cada passageiro como um amigo precioso. Queremos que você relaxe e deixe-nos cuidar de todos os detalhes para que possa divertir-se ao máximo junto com aqueles que são verdadeiramente importantes na sua vida.

Vamos aproveitar para falar de uma região que tem muito para oferecer: Neuchâtel

A cidade universitária de Neuchâtel situa-se na margem norte do lago homônimo. O núcleo medieval da cidade, o castelo e a igreja colegiada, datados do século XII, dão a Neuchâtel seu charme característico.

O Museu de Arte e História do “Palais des Beaux-Arts” (Palácio das Belas Artes) abriga quatro coleções separadas por temas: artes plásticas, artes aplicadas, numismática e história. As exposições incluem a coleção de autômatos de Jacquet-Droz.

O Latenium é o maior museu arqueológico da Suíça, cujas exposições somam mais de 50.000 anos de história regional. O foco principal do parque arqueológico é dedicado aos achados datados da La Tène Epoch.

Museu @Laténium

Descubra o magnífico Lago de Neuchâtel num atraente passeio. Desfrute da natureza, das suaves ondas, da paz e de boa comida. Com uma área de superfície medindo 217 km², o Neuchâtel é o maior lago em território suíço.

Papiliorama – Borboletas Exóticas e Muito Mais: Os jardins tropicais Papiliorama e Nocturama em Kerzers são o lar de animais e plantas tropicais.

Jardins tropicais @Papiliorama

Um lugar inspirador e mágico para conhecer.

Alguns dos primeiros edifícios conhecidos na Suíça eram casas de palafitas pré-históricas que foram construídas entre 4000 e 500 aC.

O único hotel construído sobre palafitas, o cinco estrelas Palafitte goza de uma localização excepcional, junto ao Lago Neuchâtel, o maior lago inteiramente suíço.

O complexo tem 40 bangalôs – 24 destes foram erguidos sobre colunas fincadas no leito do corpo d’água.

Como o lago do qual se inspira, o Palafitte segue o ritmo da natureza, temporada após temporada. Aberto ao ar livre no verão, o hotel fica cada vez mais quente quando as temperaturas descem. Esse equilíbrio natural envolve os hóspedes desde que ultrapassam a porta. Entrar no universo mágico do Palafitte significa desconectar-se da vida cotidiana para se reconectar com o que mais importa. A mudança de cenário é imediata e total.

A arquitetura foi pensada de forma a oferecer – onde quer que se encontre – uma abertura para a deslumbrante vista do exterior!

Uma história única

O Hotel Palafitte foi construído em 2002 para a Exposição Nacional da Suíça. Fruto do trabalho conjunto entre o arquitecto Kurt Hofmann e os alunos da Ecole Hôtelière de Lausanne, o Palafitte foi imaginado com o intuito de apresentar uma “obra” surpreendente que desperte o interesse de espectadores de todo o mundo, no quadro de uma evento de renome internacional.

A escolha da construção sobre palafitas está ligada à história do local: na região, especialistas encontraram os restos das primeiras casas da Suíça, construídas sobre palafitas.

O hotel é um dos últimos testemunhos da Exposição Nacional Suíça, um evento pelo qual muitos estão empenhados e que deixa um sentimento de orgulho imperecível na memória dos suíços.

Pavilhão Lakeside

Projetados como quartos independentes, os 24 pavilhões “Lakeside” são os únicos quartos 5 estrelas sobre palafitas na Europa.

Como bolhas colocadas no Lago Neuchâtel, eles mantêm uma atmosfera romântica e mágica, para se reconectar com a natureza, consigo mesmo e, com os entes queridos que compartilham esta estadia inspiradora.

Do grande terraço, os Alpes vizinhos formam o único horizonte.

O banheiro possui paredes removíveis que permitem uma vista do lago a partir da banheira. O quarto com escritório e WC separado completam o pavilhão. Acesso direto ao lago por uma pequena escada privada a partir do terraço.
A temperatura da água é de cerca de 23 ° no verão.

Além de aproveitar a bela vista para os Alpes, os visitantes podem também conhecer a fabricação de absinto.

O destilado com teor alcoólico de mais de 45% nasceu no cantão de Neuchâtel, na década de 1790. Banida já no século 19, a bebida só voltou a ser produzida legalmente na Suíça em 2005.

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Quatro experiências originais para si no Algarve…

Na sua próxima visita a Portugal, apresentamos algumas alternativas às magníficas mas muito frequentadas praias de areia dourada: propomos quatro experiências originais no Algarve

Voando num autogiro

O giroplano da SkyXpedition

Segundo a revista “Forbes”, esta é uma das melhores experiências que se pode ter na região. Não é um avião nem um helicóptero. O giroplano é fácil de voar, econômico e está revolucionando a indústria da aviação desportiva e de lazer na Europa.

Pode facilmente atingir velocidades de 170 km / he seu tempo médio de voo gira em torno de quatro horas. Ao longo da maior parte do ano, o Algarve oferece excelentes condições de voo, ou seja, com boa visibilidade e ventos favoráveis.

Cacela Velha_foto_by_ SkyXpedition


A SkyXpedition é a única empresa a operar atualmente no sul de Portugal, desde a reserva pantanosa de Castro Marim a Vila Real de Santo António, e na Ria Formosa, entre Cacela Velha e as aldeias piscatórias de Santa Luzia e Fuseta. Para além da descoberta do património natural, é também possível, até aconselhável, sobrevoar fortalezas e castelos, pequenas aldeias barrocas, para conhecer o rio Guadiana de outro ângulo, bem como o famoso rio Dragão Azul, formado por os braços da barragem de Odeleite.

A SkyXpedition oferece quatro opções: 10 minutos (60 euros), 15 minutos (90 euros), 30 minutos (150 euros) e 60 minutos (250 euros). Todas as saídas são na pista perto da Praia Verde em Castro Marim.

Canal de Cabanas- Tavira_foto by_ SkyXpedition

O giroplano, certificado pela European Aviation Safety Agency, foi fabricado pela marca austríaca Trixy Aviation. É equipado com um motor Rotax de última geração. Uma vez que a encosta da Praia Verde faz parte do plano de desenvolvimento da reserva natural de Castro Marim e Vila Real de Santo António, a máquina está equipada com uma hélice especial de seis pás, que é muito menos ruidosa para não incomodar os residentes.

A empresa oferece também estágios a partir de 6.200 euros e expedições de meio dia ou dia inteiro ao longo do ano. Os interessados ​​podem voar em qualquer dia da semana, desde que as condições climáticas sejam favoráveis.

Atravessar uma fronteira em Tirolesa

Foto by @Limitezero

As águas do Baixo Guadiana formam uma fronteira natural que divide a Espanha e Portugal e possuem uns valores naturais, paisagísticos e culturais excecionais. As suas paisagens virgens, povoadas de uma forma desigual por azinheiras e oliveiras, constituem a envolvente na qual o leito do rio traça a fronteira entre os dois países que, noutros tempos, foi uma rota habitual do contrabando. Agora, trafica-se com uma gastronomia rica que viaja nas suas receitas pelos cheiros e sabores de ambas as margens.

Única tirolesa transfronteiriça do mundo, o londrino David Jarman, diretor da Límite Zero, teve essa ideia brilhante. Desde novembro de 2013, é possível viajar de Espanha a Portugal deslizando num cabo com os pés no vazio. Esta inovação tem vindo a reforçar os laços entre as regiões do Algarve e da Andaluzia, mais do que nunca.

O ponto de partida é do lado espanhol, junto ao castelo de Sanlúcar de Guadiana, quase 100 m acima do rio com o mesmo nome. A chegada, a uma altura de 15 m, realiza-se no concelho de Alcoutim.

Foto by @Limitezero

A velocidade varia entre 70 e 80 km / h, dependendo do peso do indivíduo, da direção do vento e da posição do corpo durante a descida. O tempo de viagem para completar o percurso de 720 m é de cerca de 40 segundos.

Desde o seu início, a tirolesa atraiu muitos visitantes de todo o mundo. Não há limite de idade, apenas um peso mínimo de 25 kg e máximo de 110 a serem observados. Até 30 pessoas por hora podem fazer a travessia.

Os participantes são transportados em grupo num 4 × 4 para a plataforma de embarque e, quando chegam a Portugal, caminham cerca de cinco minutos: existe um ferry para atravessar o rio e entrar na Espanha.

Desfrute de um spa de sal marinho

SPA Salino_Castro Marim

O SPA Salino na Salina Barquinha está situado no coração da Reserva Natural de Castro Marim, e não tem nada a invejar ao famoso Mar Morto de Israel.

O espaço está a funcionar há quatro anos e reúne os melhores tratamentos de naturoterapia, banhos flutuantes, esfoliantes à base de flor de sal e argila algarvia, num cenário de cortar a respiração. A sua pérgula sombreada, a sua horta orgânica, assim como as suas duas grandes bacias de sais minerais irão encantá-lo.

SPA Salino

O visitante é convidado a realizar uma esfoliação corporal completa à base de flor de sal, entrando em águas mornas, compostas por mais de 80 sais minerais concentrados, cujas temperaturas chegam a 29 ºC pela manhã e 32 ºC ao final da tarde.

Emplastros de argila negra, máscaras e duches ao ar livre, enfim, os melhores tratamentos terapêuticos disponíveis para regenerar. As águas também são naturalmente ricas em magnésio, potássio, iodo, ferro, bromo, cobre, zinco, mercúrio, cádmio, e atuam como agentes esfoliantes que limpam a epiderme e removem as impurezas da pele.

SPA Salino

Além da sensação de leveza e bem-estar, agradável e benéfico para a saúde, os clientes também podem desfrutar de massagens aiurvédicas, sessões de ioga, meditação, ou mesmo descobrir o artesanato centenário da salinicultura. A grande novidade é a massagem flutuante de fluxo d´água, realizada em piscina por 45 minutos.

A entrada no spa custa 12 euros. Em junho, é aberto ao público de terça a domingo, das 10h às 18h, e em julho e agosto, diariamente, das 10h às 19h

Dormir na Ria Formosa

Passeios Ria Formosa

As casas flutuantes da empresa de turismo marítimo Passeios Ria Formosa atracam perto da praia de Barra Velha e oferecem conforto e privacidade.

“Ilha da Culatra” e “Barra Velha” são as duas embarcações disponíveis, 100% autossuficientes e com capacidade para quatro e dez passageiros respectivamente.

Passeios Ria Formosa

Equipados com painéis solares térmicos e fotovoltaicos, podem produzir a eletricidade e água potável necessárias à estadia. Uma vez estabilizados os barcos, os motores não funcionam e, por isso, não poluem a área protegida da Ria Formosa.

Os clientes também podem solicitar a presença de um chef / guia e enriquecer sua viagem com diversas atividades, como pesca desportiva, mergulho com snorkel, observação de golfinhos e cavalos-marinhos ou um jantar romântico na praia.

O Barco Casa não navega, está fundeado ao largo da praia da Barra Velha e daí não se move. Existe junto ao Barco Casa, um semi rígido para deslocações dos hóspedes até à praia mais próxima.

Passeios Ria Formosa

Graças à sua localização, o acesso às praias circundantes, apenas de barco, é rápido e fácil. No retorno poderá observar a reserva e a flora e fauna locais, no seu estado mais puro.

Estas instalações podem ser utilizadas de abril a novembro. A estadia no centro da Ria Formosa custa entre 175 € e 450 € por noite durante a época alta.

Algumas sugestões para que saiba o que fazer em Portugal

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Museu Ariana_Genebra: dedicado à Cerâmica e ao Vidro

O edifício foi construído entre 1877 e 1884 por Emile Grobéty para o colecionador Gustave Revilliod; este último guardou ali o seu vasto acervo: cerâmicas, vidros, pinturas, esculturas, moedas, etc … e transformou-o em museu privado.

Em 1890, deixa este museu à cidade de Genebra, que acaba por anexá-lo ao Museu de Arte e História de 1934 a 1993, tornando-o então autônomo e especializado em cerâmica e vidro, após um longo restauro.

Peças dos últimos 1.200 anos e apresenta a evolução histórica, geográfica, artística e tecnológica da fabricação desses objetos.

Viaje no tempo ao explorar o fabuloso Museu Ariana: são mais de doze séculos de história representados em quase 30.000 itens em cerâmica e vidro da Suíça, Oriente Médio e Extremo Oriente. É um dos maiores acervos da Europa!

O estilo do palácio é uma mistura de estilos neoclássico e neo-barroco.

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foto capa by Hogra12photographie

A Forbes recomenda 16 destinos para visitar em Portugal no pós-pandemia

Ainda não sabe onde ir passar férias em Portugal? A revista Forbes elegeu 16 destinos para visitar em Portugal no pós-pandemia. Quer ficar a conhecer e saber o que fazer em Portugal?

De acordo com a Forbes, existem 16 destinos para visitar em Portugal no pós-pandemia. Vamos relatar os locais de visita obrigatória neste encantador país quando acabar o confinamento.

Em Portugal, existem abundantes sítios que merecem uma visita. A pandemia fez com que o turismo tenha sofrido um fracasso sem precedentes, fazendo com que haja uma maior necessidade de percorrer as riquezas desta nação.

Hoje existe a urgência de descobrir mais sobre Portugal e há muitos comércios a precisar da vossa visita e a de todos nós…

Quer conhecer a seleção da Forbes dos locais obrigatórios que deve visitar brevemente? 

PrestigeTours.pt_Palácio de Mateus_foto by_@Daniel Jorge

1 – Palácio ou Casa de Mateus, Vila Real

Vista parcial dos fantásticos jardins que circundam o Palácio Mateus.
A Casa de Mateus em Vila Real, é mandada construir na primeira metade do século XVIII por António José Botelho Mourão, 3º Morgado de Mateus. Substitui-se à casa da família já existente no local em inícios do século XVII.
De arquitetura barroca, de gosto italiano, é atribuída a Nicolau Nasoni pela coerência do estilo e semelhança com outras obras de sua autoria. Segundo Robert Smith, especialista na sua obra, o arquitecto terá dedicado à construção da Casa, ou pelo menos à sua fachada central e decoração, os anos entre 1739 a 1743.

PrestigeTours.pt_Palácio_Nacional_da_Pena_foto by @Tommy Böhland

2 – Palácio Nacional da Pena, Sintra

Um palácio que é de uma beleza ímpar, única em Portugal e no mundo. Tudo é um hino à beleza, do aspeto exterior do palácio à arquitetura de qualidade incomparável, às cores brilhantes, aos jardins do palácio, à floresta. Tudo merece ser visitado e fotografado nesta encantadora Vila de Sintra.

PrestigeTours.pt_Templo_Romano_de_Évora

3 – Templo Romano, de Évora

O Templo Romano, com uma existência de 2000 anos, é um ex-libris da cidade de Évora e uma das mais importantes ruínas históricas do país.

Datado do séc. I, da época de Augusto, a sua longa história é também o relato de muitas transformações e utilizações diferentes ao longo dos séculos. Praticamente destruído quando os Bárbaros estiveram na Peninsúla Ibérica, no séc. V, serviu de casa-forte ao Castelo de Évora e de açougue no séc. XIV.

PrestigeTours.pt_Mosteiros_dos_Jerónimos

4 –  Mosteiro dos Jerónimos e o Jardim Imperial_Belém

Quando fizer um city tour em lisboa irá encontrar o Mosteiro de Belém, uma das realizações mais impressionantes da arquitetura europeia do gótico, e uma joia do estilo manuelino.

O oficialmente designado Mosteiro de Santa Maria de Belém foi construído a mando do rei D. Manuel I, em 1501, por Diogo de Boitaca, para a Ordem de São Jerónimo.

O local eleito foi onde o infante D. Henrique tinha mandado edificar uma igreja da Ordem de Cristo, para atender em confissão e prestarem assistência espiritual aos marinheiros e navegadores antes de partirem à descoberta de outros mundos.

Conta a lenda que no dia 7 de julho de 1497 por aqui passou o famoso explorador Vasco da Gama, que fez as suas preces antes de partir para África. É considerado pela UNESCO, Património Mundial da Humanidade.

PrestigeTours.pt_Santuário_do_Bom_Jesus_do_Monte

5 – Santuário do Bom Jesus do Monte, Braga

O funicular mais antigo do mundo, escadórios intermináveis, fontes e estátuas barrocas, envolvidos por um manto de vegetação centenário, com belos jardins e lagos, fazem do Bom Jesus do Monte um tesouro classificado pela UNESCO de Património Cultural Mundial da Humanidade.

PrestigeTours.pt_Miradouro_de_São_Leonardo_de_Galafura

6 – Miradouro de São Leonardo de Galafura (Peso da Régua), Vale do Douro

São Leonardo de Galafura é um dos mais enigmáticos miradouros da região duriense. Daqui podemos admirar o vale do Douro em todo o seu esplendor. A beleza do local tem encantado as pessoas e inspirado os poetas. Miguel Torga nascido a poucos km de Galafura, na aldeia de São Martinho de Anta, era contemplador assíduo das águas do douro que correm lentamente lá no fundo.

PrestigeTours.pt_Centro_histórico_Cascais_foto by @Oswaldo Silva

7 – Centro histórico, Cascais

Um centro histórico que alia história e uma experiência invulgar. Se ainda não conhece, deve mesmo fazer um passeio em Cascais pelo pitoresco centro da vila de pescadores.

Um ambiente que foi alcançando uma elegância encantadora, fazendo parte dos tesouros perto de Lisboa.

Levar a família a fazer uma deambulação à beira-mar, ao longo do Paredão, certamente será um momento relax que todos irão adorar.

PrestigeTours.pt_Fortaleza_de_Sagres_foto by @Hélio Ramos

8 – Fortaleza de Sagres

Situada no cabo de Sagres_Algarve, famoso pela sua beleza ímpar, a fortaleza deve a sua origem ao infante D. Henrique, que aqui instituiria uma vila e viria a falecer em 1460. No interior da fortaleza podem ver-se a enigmática rosa dos ventos desenhada no chão e uma muralha corta-ventos com falsas ameias, que permitem vigiar o gigantesco dedo de pedra que na Ponta de Sagres aponta para o mar.

PrestigeTours.pt_Centro_histórico_do_Porto_foto by @Abílio Menezes

9 – Centro histórico do Porto

Capital e porta de entrada da região norte, o Porto é uma cidade antiga que deu nome a Portugal e a um vinho conhecido nos quatro cantos do mundo: o Vinho do Porto.⁣

Com uma situação magnífica junto da foz do Douro e um conjunto arquitectónico de valor excepcional, o centro histórico do Porto é Património da Humanidade desde 1996. É a capital do Norte e 2ª cidade do país; a sua população empreendedora e com marcada vocação mercantil, desde sempre afirmou a sua vontade contra imposições e invasores, sendo por isso o Porto também conhecido como a cidade “invicta”.⁣

PrestigeTours.pt_Biblioteca_Joanina_foto by @Flavia Da Costa Viana

10 – Biblioteca Joanina, Universidade de Coimbra

Integrada na Universidade de Coimbra, a Biblioteca Joanina possui um valor incalculável. A biblioteca recebe o seu nome devido à pessoa responsável pela sua existência, pois foi o monarca D. João V, o Magnânimo, que em 1717 mandou erigir esta deslumbrante biblioteca.

morcegos na Biblioteca Joanina. Após o fecho desta biblioteca, uma colónia de morcegos explora livremente a biblioteca durante a noite, contribuindo dessa forma para a boa manutenção dos livros, pois os morcegos vão comendo os insetos “devoradores” de papel.

Ainda na Universidade de Coimbra, no interior da Biblioteca Joanina, funcionou uma Prisão Académica. Estava localizada no piso inferior e cabia ao Reitor assumir o papel de Juiz dessa cadeia. Havia um código de conduta específico que os estudantes tinham de respeitar e, quando as regras eram quebradas, como punição poderiam ser condenados a 1 ou 2 dias de prisão. Em casos mais gravosos, a opção era mesmo a solitária. Atualmente, essa casa de detenção pode ser visitada no piso inferior da Biblioteca, próximo da loja de souvenirs.

PrestigeTours.pt_Parque_Arqueológico_do_Vale_do_Côa

11 – Parque Arqueológico do Vale do Côa, Vale do Douro

A arte rupestre do Côa, inscrita na Lista do Património Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), desde 1998, foi uma das mais importantes descobertas arqueológicas do Paleolítico superior, em finais do século XX, em toda a Europa.

PrestigeTours-pt_ Varanda externa da G Pousada, Bragança

12 –  Varanda externa da G Pousada, Bragança

O G Pousada oferece uma vista inigualável a quem o visita, acompanhada por uma gastronomia surpreendente digna de estrela Michelin com predominância de uma cozinha naturalista e uma forte componente tradicional, procurando mostrar o melhor que se pode fazer com tudo o que facilmente se pode encontrar na região transmontana.

PrestigeTours.pt_Degustação_em_Vila_Nova_de_Gaia

13 – Degustação de vinhos, Vila Nova de Gaia

Pensando em conhecer Porto em um dia?

Talvez você mude de ideia com esta vista da degustação de vinhos da Graham’s, em Vila Nova de Gaia, cidade limítrofe a Porto, onde estão localizadas as caves do Vinho do Porto.

Aproveite a experiência para aprender com especialistas locais mais sobre um produto que mais do que um símbolo de uma cidade, é símbolo de um país.

PrestigeTours.pt_Torre_de_Palma_Monforte_foto by @Alentejo Terra e Gente

14 – Colheita Torre de Palma, Monforte, Alentejo

Esta é uma experiência única. Se pretende viver a fundo uma experiência sazonal encantadora, experimente participar na colheita de uma propriedade rural de luxo, localizada no sul de Portugal.

A Grande Rota 42 ou Grande Rota dos Montes de Monforte é um dos percursos pedestres que pode ser feito a partir de Torre de Palma. Aproveite a Primavera para descobrir este percurso.

PrestigeTours.pt_The_Yeatman_Vila_Nova_de_Gaia

15 –  Terraço do Yeatman Bar, Vila Nova de Gaia

O terraço The Yeatman Bar, em Vila Nova de Gaia. Com vista panorâmica sobre o rio Douro e a cidade do Porto, com esta vista paradisíaca se completa com um serviço de bar onde pode provar uma das refeições leves e petiscos confeccionados pelo chefe Ricardo Costa, enquanto desfruta de um copo de vinho ou de um cocktail.

PrestigeTours.pt_foto_Sky_Bar_Lisboa

16 – Sky Bar do Tivoli Avenida Liberdade

Mais do que um bar… uma esplanada no último piso do Tivoli Avenida Liberdade!

Com a mais deslumbrante vista para as colinas da cidade de Lisboa e para a Serra da Arrábida, promete conquistar todos os que por lá passarem!

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Mergulhe na fascinante história do Palácio de Caux em Montreux!

Venha e descubra muitos tesouros históricos deste belo Palácio em Caux, nas alturas de Montreux, com alguns detalhes fascinantes sobre o edifício e, mergulhe na sua rica história.

Muito embora não estar mais ativo, com a função para que foi projetado, garantimos que vale muito a visita quando estiver nesta região, para admirar de perto este magnifico patrimônio arquitetônico, assim como é seguramente, um dos miradouros mais bonitos, para poder observar o Lago Léman e esta bela cidade.

Vamos descobrir algumas curiosidades sobre Montreux, local que se respira muita paz.

by Prestige Tours

Quando se iniciou esta construção, o principal requisito na época era torná-lo o mais avançado, o mais luxuoso e o maior hotel já construído na Suíça.

Desde a sua inauguração em 1902, o Caux Palace ofereceu muitas ocupações aos seus hóspedes: hidroterapia, eletroterapia, tênis, rinque de patinação, trenó, croquet, ginásio, livraria, ciclovias, sala de esgrima, calçadas sombreadas, elevadores, correio e telégrafo, eletricidade (uma vantagem nesta época), salão de baile com orquestra, cozinha gourmet e até charutos cubanos e franceses, turcos, egípcios e russos. E uma magnífica sala de teatro.

Uma noite de gala no Caux-Palace … antes da guerra.

O Caux Palace Hotel foi abençoado com um sucesso instantâneo. Entre os visitantes estavam celebridades como Sacha GuitryPaul MorandRomain RollandEdgar Wallace, o príncipe Ibn Saud, futuro rei da Arábia Saudita, John D. Rockefeller e o marajá de Baroda

Este último ficava frequentemente em Caux, ocupando a maior parte do quarto andar. 

O seu quarto pessoal no ângulo sudoeste do prédio tinha uma vista deslumbrante e era decorado com móveis de madeira de limoeiro, especialmente projetados para o marajá. 

Este mobiliário excepcional e a decoração inicial desta sala foram preservados até hoje.

Por vezes, eram necessárias duas a três semanas de espera antes que o privilégio de ficar no Caux Palace Hotel pudesse ser concedido aos clientes. 

Em 1907, já recebia mais de 47.000 clientes.

Foto surpreendente: um zepelim no céu de Caux (coleção de Christian Gerber)

Vários hotéis menores foram construídos em Caux na sequência da abertura do Caux Palace Hotel, como o “Pavillon des Fougères” (mais tarde “Hotel Alpina”) ou o “Hotel Maria”. 

Uma escola foi aberta em Caux em 1905, uma capela anglicana foi construída em 1906 e uma católica em 1907.

Muitos chalés particulares também foram construídos na mesma época. As instalações para desporto de inverno incluíam pistas de esqui e trenó, e três pistas de patinação no gelo. 

@teresaandfernandobyprestigetours

A federação mundial de bobsleigh e a federação mundial de hóquei no gelo foram criadas em Caux nessa época.

Com marcação prévia, podemos observar parte do seu rico património, como por exemplo: O salão principal de estilo medieval, o teatro de estilo barroco e o quarto onde se hospedou o Marajá de Baroda são apenas alguns dos destaques da visita.

Mas vejamos alguns promenores interessantissimos ao longo do tempo, desde a sua construção, até aos dias de hoje:

Em 1902 a equipe de – carpinteiros que trabalhavam no Caux Palace

1900 – 1902

O palácio foi construído por Ami Chessex e o arquiteto Eugëne Jost. Foi um dos hotéis mais avançados, luxuosos e maiores já construídos na Suíça.

A Primeira Guerra Mundial e a crise econômica de 1929 colocaram o Hotel em um déficit. No início da Segunda Guerra Mundial, a empresa estava falida.

1944

O governo suíço reabriu o Caux Palace como um centro de detenção para militares britânicos que fugiram dos campos de prisioneiros italianos; depois como centro de asilo para refugiados italianos e mais tarde como refúgio para 1670 judeus da Hungria.

Em 1999, um carvalho foi plantado e uma placa memorial foi instalada no parque do Palácio de Caux em memória desses refugiados e daqueles que não foram admitidos na Suíça durante a Segunda Guerra Mundial.

1946

Cerca de cem pessoas e famílias suíças, lideradas pelo diplomata Philippe Mottu, nascido em Genebra, compraram o Caux Palace. A Fundação Caux foi criada para administrar as instalações, como um Centro de Conferências para o movimento global de Rearmamento Moral, iniciado pelo ministro luterano americano Frank Buchman em 1938.

As conferências anuais de verão em Caux começaram com mais de 3.000 pessoas visitando o novo Centro de Conferências.

1995

A chegada da Swiss Hotel Management School (SHMS) como um inquilino fora da temporada de convenções, permitiu à Fundação Caux fazer mais para manter e, melhorar o edifício antigo e os seus arredores.

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O Rio Tejo banha Lisboa e tem a Ponte 25 de Abril que a homenageia…

A sua construção teve início em 1962 e, foi inaugurada em 06 de Agosto de 1966, é uma ponte suspensa rodoferroviária sobre o rio Tejo que liga a cidade de Lisboa (margem norte) à cidade de Almada (margem sul).

Entre outros fatores é graças ao alargamento da cidade e, também foi devido á expansão do Algarve como ponto turístico, pois esta região passou a ser muito procurada pelos habitantes de Lisboa durante a época estival.

A ponte 25 de Abril passou a ser um dos ícones da arquitetura Lisboeta que serve ao mesmo tempo, como quem homenageia a cidade, permitindo a criação de uma nova imagem para a capital, mais adaptada aos circuitos turísticos e de lazer.

Com uma extensão total de 2.277 metros, é a 20ª maior ponte pênsil do mundo. A plataforma superior suporta seis faixas de rodagem, a plataforma inferior tem duas linhas de comboio (trem).

PrestigeTours.pt by @Canon Portugal

Este tipo de ponte possui várias vantagens entre eles: a possibilidade de colocar o tabuleiro a uma grande altitude, que deixa uma altura igual ou superior a sessenta metros para a navegação no rio Tejo.

A sua construção custou cerca de 11 milhões de euros (valor não insignificante para a década de 1960) e, na sua construção participaram 3.000 trabalhadores diários.

O seu nome original era Ponte Salazar, como parte das comemorações dos vinte de cinco anos do governo do ditador nacionalista português, mas após a Revolução dos Cravos e como tributo, o nome foi alterado para Ponte 25 de Abril.

Nos passeios turísticos ou num city tour em Lisboa, já fomos habituados com esta observação constante:

Como é tão parecida com a Golden Gate em São Francisco? Uma das respostas estará sem sombra de dúvida nos terramotos.

Lisboa e São Francisco são cidades com elevado risco sísmico. E quando foi posto a concurso internacional para a sua construção, esta foi adjudicada pela empresa americana “American Bridge Company” especializada em construções anti-sísmicas.

E, de fato, a ponte está preparada para resistir a um terremoto com as características do ano de 1755, que devastou quase na totalidade a nossa cidade, e se fez sentir em todo o território nacional.

Mas vamos contar um segredinho; é que a verdadeira inspiração não vem da “Golden Gate”, mas da “San Francisco-Oakland Bay Bridge” (também conhecida como “Bay Bridge”)

PrestigeTours.pt by Ponte_25_de_Abril

A firma “American Bridge Company” construiu a ponte “Bay Bridge” e a Ponte 25 de Abril. Elas foram pintadas em cores diferentes para que NÃO fossem comparadas?

Porque aparentemente, foi assim exatamente que aconteceu: ninguém as compara. Em vez disso, todos comparam as duas pontes que são vermelhas, não as pontes que são arquitetonicamente mais semelhantes!

Não se deixe enganar pela cor: a “Bay Bridge” é bem parecida com a Ponte 25 de Abril. Ignore a cor por um momento e observe a estrutura de cada uma com mais atenção.

PrestigeTours.pt by Bay_Bridge

A má notícia é quando se faz um City Tour em Lisboa, não poder ser percorrida a pé… embora devemos dizer, que há uma forma de o fazer; é no mês de Março se fizer a inscrição para a Meia Maratona de Lisboa onde fecham a ponte por algumas horas para que os corredores a percorram.

Imagine as vistas deslumbrantes que são de tirar o fôlego, com o Cristo Rei a abraçar a cidade… imagine os panoramas de carta postal desta Lisboa e, deslumbrante capital portuguesa… mas, pois há sempre um mas… você terá de se inscrever para participar nesta prestigiada competição internacional!

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